AUDITORIA GOVERNAMENTAL – Teoria e Prática no Setor Público

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Sobre o treinamento

 

O Curso ao vivo (síncrono), composto por aulas ao vivo e material complementar para leitura, disponibilizado durante 30 dias. Em curso, haverá interatividade com o instrutor para esclarecimentos de dúvidas e discussão de casos práticos com interação individual e coletiva, na plataforma disponibilizada.

A metodologia consistirá em:
- Curso Ao Vivo: será distribuído 4h diárias, com interação entre o professor e o aluno
- Ebook com material para leitura e compreensão
- Fórum para discussão entre os alunos e com o professor
- Exercícios
- Avaliação de aprendizagem

Conteúdo Programático

1. FUNDAMENTOS DA AUDITORIA GOVERNAMENTAL

1.1. Accountability Pública
1.1.1. Conceito de accountability pública segundo as Normas Internacionais de Auditoria Governamental da INTOSAI e as Normas de Auditoria do TCU (NAT).
1.1.2. Estrutura das relações de accountability nos setores público e privado.
1.1.3. O Princípio de Accountability na Constituição Federal de 1988.
1.1.4. Conceito e papel da auditoria no contexto das relações de accountability.
1.2. Razão do princípio da independência em auditoria.
1.2.1. Vinculação e reporte da auditoria à direção superior/dirigente máximo. Por quê?
1.2.2. O Acórdão TCU 1074/2009 – as recomendações e seus fundamentos, de acordo com os arts. 11 e 12 da Resolução TCU nº 315/2020
1.3. Controle, Fiscalização e Auditoria
1.3.1. Diferenciação dos conceitos de controle, fiscalização e auditoria.
1.3.2. Estruturação e instrumentos do controle na Constituição Federal de 1988.
1.3.3. Vertentes da auditoria da gestão pública, suas finalidades e seus critérios.
1.3.4. Controle Interno x Auditoria Interna: Diferenciação.
1.3.5.. Papéis e responsabilidades.
1.3.6. Origem, evolução e incorporação dos conceitos na legislação brasileira.
1.4. Normas de Auditoria
1.4.1. Fontes de normas de auditoria.
1.4.2. Classificação das normas de auditoria.
1.4.3. Normas relativas à pessoa do auditor.
1.4.4. Normas relativas ao processo de auditoria, incluindo as Diretrizes Técnicas das Atividades de Auditoria Interna Governamental do Poder Judiciário – DIRAUD – Jud (Resolução CNJ 309/2020).
1.4.5. Normas relativas ao planejamento.
1.4.6. Normas relativas à execução.
1.4.7. Normas relativas à comunicação de resultados (relatório).

2. O PROCESSO DE AUDITORIA
2.1. O conceito de auditoria como processo e suas definições estruturantes.
2.2. O processo de auditoria, seus elementos, suas fases, etapas e atividades.
2.3. Métodos, procedimentos e técnicas aplicados ao processo de auditoria.
2.4. A natureza amostral da auditoria e testes de auditoria (de controle e substantivos).
2.5. Fase do Planejamento – matriz do planejamento.
2.6. Fase de Execução – matriz de achados.
2.5. Fase Planejamento
2.5.1. Visão geral do objeto – coleta e análise de informações preliminares.
2.5.2. Revisão de objetivos, riscos e controles internos.
2.5.3. Elaboração do Programa de Auditoria.
2.5.3.1. Entender e desdobrar o objetivo da auditoria (questão fundamental) em questões de auditoria (objetivos parciais ou específicos).
2.5.3.2. Definir, as informações necessárias e suas fontes, bem como as técnicas e os procedimentos de auditoria necessários para obter, tratar e analisar as informações por meio de testes de auditoria.
2.5.3.3. Elaboração de instrumentos de coleta de dados/informações e papéis de trabalho a serem complementados na fase de execução.
2.5.3.4. Elencar os possíveis achados a que os procedimentos de auditoria desenvolvidos poderão levar e as propostas de encaminhamento respectivas.
2.5.4. Plano de trabalho ou projeto da auditoria/Revisão e homologação do planejamento pelo supervisor da auditoria.
2.6. Fase de execução
2.6.1. Reunião de abertura (o que abordar).
2.6.2. Comunicação com o auditado e o supervisor durante os trabalhos de campo.
2.6.3. Execução do plano de trabalho da auditoria/aplicação dos procedimentos.
2.6.4. Desenvolvimento dos elementos dos achados– impropriedades e irregularidades.
2.6.5. Obtenção e documentação das evidências (atributos).
2.6.6. Reunião de encerramento (o que abordar).
2.7. Fase de comunicação de resultados (relatório)
2.7.1. Requisitos gerais e requisitos de qualidade dos relatórios de auditoria.
2.7.2. Estrutura e conteúdo das seções do relatório de auditoria.
2.7.3. Processo de elaboração do relatório.
2.7.3.1. Revisão dos papéis de trabalho.
2.7.3.2. Discussão/revisão dos achados com o supervisor.
2.7.3.3. Elaboração e revisão do relatório preliminar.
2.7.3.4. Obtenção e incorporação de comentários de gestores.
2.7.4. Apresentação dos achados / Estrutura de descrição dos achados.
2.7.4.2. Esclarecimentos de responsáveis.
2.7.5. Endereçamento das propostas/Distribuição do relatório.

AUDITORIA INTERNA SEGUNDO AS MELHORES PRÁTICAS INTERNACIONAIS
1. Introdução ao IPPF
1.1. Definição de Auditoria Interna
2. Atributos de uma auditoria interna efetiva
2.1. Propósito, Autoridade e Responsabilidade.
2.2. Independência e Objetividade (IPPF e a INTOSAI GOV 9140)
2.3. Proficiência e Zelo Profissional Devido
2.4. Programa de Garantia de Qualidade e Melhoria
2.4.1. Meta 16 de 2013 CNJ – P16.12 – A unidade de controle interno mantém programa de monitoramento da qualidade do trabalho de auditoria interna?
3. Padrões de desempenho de uma auditoria interna efetiva
3.1. Gerenciamento da Atividade de Auditoria Interna
3.2. Natureza do Trabalho
3.2.1. Governança
3.2.2. Gerenciamento de Riscos
3.2.3. Controle
3.3. Planejamento do Trabalho de Auditoria alinhado ao Planejamento Estratégico
3.4. Execução do Trabalho de Auditoria
3.5. Comunicação dos Resultados e Monitoramento – detalhamento
GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS
4. Abordagem da Auditoria Interna Baseada em Riscos
4.1. Normas do IIA.
4.2. Normas do TCU para os Relatórios de Gestão e de Auditoria de Gestão.
4.3. Papel da auditoria em face da maturidade da gestão de riscos da organização.
4.4. Modelos de avaliação de maturidade da gestão de riscos.
4.5. Planejamento da atividade de auditoria com base em riscos.
5. Controle Interno
5.1. Conceitos básicos e classificação de controles internos.
5.2. Papéis e responsabilidades de gestores e auditores.
5.3. Modelos de referência para controles internos.
5.3.1. Modelos COSO I e II
5.3.2. Normas INTOSAI GOV 9100, 9120 e 9130
5.4. Elementos de um sistema de controle interno eficaz
5.4.1. Objetivos
5.4.2. Objetos (aplicação em toda a estrutura organizacional)
5.4.3. Componentes e princípios do controle interno segundo o COSO 2013
5.5. Meta 16 de 2013 CNJ – P16.14 – Avaliação de Controles Internos – Nos últimos 12 meses foi realizada auditoria de avaliação de controles internos visando aferir a adequação dos controles internos administrativos no enfrentamento de riscos? e P16.17 – A Estrutura de Controle Interno promove avaliação/diagnóstico – Parecer CNJ 02/2014, alíneas J e K do item I.

Programação

13 a 17 de Julho de 2020
27 a 31 de Julho de 2020
8h às 13h
Carga horária: 24h
Investimento: R$ 800,00

 

Localização

Local do Evento

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